o
Sertão do Pajeú, mais uma vez somos testemunhas vivas da maravilha que é
o Futebol, a prática esportiva; tudo o que o desporto pode proporcionar
na vida das pessoas. Durante quase três meses, uma das regiões mais
carentes do Brasil, teve ao seu alcance, em suas cidades o lazer, a
competitividade, a descontração, a emoção de torcer por seus
representantes, tudo alinhado a esse jogo mágico, o Futebol. Neste domingo em que se decide a 5ª edição da Copa Pajeú, competição que reuni as cidades da região do Alt
Na data de hoje, se comemora a grande decisão, se festeja a
confraternização de amigos de longos tempos, de amigos que recém se
conheceram e de amigos que serão feitos após mais uma edição, da Copa
que veio pra ficar, pra marcar o calendário esportivo do Pajeú e pra
mostrar as autoridades, que através do esporte podemos sim mudar o
mundo. Não todo o planeta, mas o mundo daqueles que vislumbram nessa
prática um amanhã diferente, melhor, com mais oportunidades.
A Copa do Pajeú das flores, do verso, dos poetas encantadores também é a Copa dos improvisadores, de jogadas, de defesas, dos gols, dos que a organizam, dos que tem nessas dias de atividades esportivas, um aditivo para melhoria de sua renda familiar.
É a Copa de quem nasceu, mora e vive em uma região que dificilmente é contemplada com grandes espetáculos do futebol, mas nem por isso o amor pelo futebol a paixão pela bola rolando é desprezada e ou diminuída. Pois a grande recompensa dessa “nação” de habitantes torcedores é ter seus jogadores, seus craques, seus “ídolos” e clubes bem ao seu lado, ao seu alcance, sem barreiras, sem divisões, sem estruturas de arenas, que servem pra melhor visualizar os espetáculos, porém separam o “artista” dos seu público.
A quem puxou a fila, a quem primeiramente vestiu a camisa da competição e que até hoje acredita nela, luta, pede, se engaja e a realiza, fica os parabéns com sabor de gol no ultimo minuto. Vitória dele? Acho que não, pois nesse jogo sempre haverá mais uma prorrogação.
A verdadeira vitória é do Pajéu das Flores, dos sertanejos que impulsionados pelo amor ao futebol saem de suas casas, deixam suas cidades e se irmanam, se igualam, se abraçam e todos juntos agradecem do seu modo peculiar a alegria promovida por quem realmente ama o Esporte.
A Copa do Pajeú das flores, do verso, dos poetas encantadores também é a Copa dos improvisadores, de jogadas, de defesas, dos gols, dos que a organizam, dos que tem nessas dias de atividades esportivas, um aditivo para melhoria de sua renda familiar.
É a Copa de quem nasceu, mora e vive em uma região que dificilmente é contemplada com grandes espetáculos do futebol, mas nem por isso o amor pelo futebol a paixão pela bola rolando é desprezada e ou diminuída. Pois a grande recompensa dessa “nação” de habitantes torcedores é ter seus jogadores, seus craques, seus “ídolos” e clubes bem ao seu lado, ao seu alcance, sem barreiras, sem divisões, sem estruturas de arenas, que servem pra melhor visualizar os espetáculos, porém separam o “artista” dos seu público.
A quem puxou a fila, a quem primeiramente vestiu a camisa da competição e que até hoje acredita nela, luta, pede, se engaja e a realiza, fica os parabéns com sabor de gol no ultimo minuto. Vitória dele? Acho que não, pois nesse jogo sempre haverá mais uma prorrogação.
A verdadeira vitória é do Pajéu das Flores, dos sertanejos que impulsionados pelo amor ao futebol saem de suas casas, deixam suas cidades e se irmanam, se igualam, se abraçam e todos juntos agradecem do seu modo peculiar a alegria promovida por quem realmente ama o Esporte.
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